Meia noite, o último sino bateu
As luzes, começam a piscar
Um arrepio sobe em sua nuca
Ele está a espreita
Uma noite sem luar,
Nuvens cobrem sua culpa
Seu pecado, na última sexta-feira
Corredores agitados, padres correndo sob o escuro
A cruz sacrada não o absolvirá
Seus pecados mancham o sagrado sudário
Seja condenado pela eternidade
Seu cérebro,inquisidor
Pontífice divino
O condena incessantemente
Quem é Deus à sua frente?
Queime.nas profundezas do inferno
Sua alma estará.
Melhor que todos os outros
O dedo da justiça está contigo
Julgue o mundo,sua alma estará salva

