Roda d’agua

Silenciosa noite, a lua não surgiu

e o brilho da esperança de ter ela outra vez apareceu

O rio segue seu rumo, o moinho gira em seu lugar

Fidipedes mais uma vez terá que correr

Deslumbrei meus belos sonhos

Em noites acordadas no pensar.

Mais uma vez preparo-me para te amar

a pesada balança da justiça pende sobre mim

O paladino começa a despertar

Não, não avance

Guerreiros de verdade nunca tiram sua armadura

Não, use a máscara

Seus poderes sublimam a afeição

Na paz de meu silêncio

Sua voz apareceu

E o tiro do cupido logo me estremeceu

Com os pesos nas costas, atlas carrega seu mundo

Por talos eu rezo,uma história grande não pode acabar assim

Não, não avance

Guerreiros de verdade nunca tiram sua armadura

Não, use a máscara

Seus poderes sublimam a afeição